UMA BREVE HISTÓRIA DA IMPRENSA DORENSE

 


Dores do Indaiá possui uma antiga atividade jornalística, o que pode ser comprovada por ser a primeira cidade da região a imprimir o primeiro jornal, "O Indaiá", fundado em 1898. Depois dele a cidade teve uma série de jornais semanais, tais como o "A voz do oeste", "A Gazeta de Dores" e "O Dores do Indaiá", porém foi "O Liberal", fundado em 1933 pelo então prefeito Cornélio Caetano que se tornou referência jornalística em Dores, com o comando da redação de José Ribeiro Machado, famoso autor de poesias e contos.

"O Liberal" sempre refletiu a vida política, social, econômica e cultural de Dores de maneira muito intensa e profunda. No jornal sempre havia espaços para artigos, poesias, acompanhamento de perto dos fatos e curiosidades da cidade. Após um período nebuloso, principalmente nas décadas de 1950 e 1960, "O Liberal" é remodelado após a compra da gráfica em 1973 por Antônio Lopes Cançado e Bento Galvani, modernizando o jornal com um novo modelo jornalístico, incluindo grande material fotográfico e textos densos. 

"O Liberal" já teve inúmeros proprietários, incluindo até mesmo a Prefeitura Municipal de Dores do Indaiá, já a manutenção do períodico mensal basicamente foi feito com as assinaturas dos leitores e com os recursos oriundos da publicidade de empresas locais. Seu tempo áureo nunca será esquecido, ainda mais dos grandes colunistas e escritores que ali colocavam suas idéias, contemplações e inquietudes, como o professor Rubens Fiúza e a escritora Maria das Dores Caetano Guimarães, a famosa "Dona Branca", entre outros importantes nomes dorenses. 

Hoje a imprensa dorense é bem diversificada, muito por causa da internet. Há sites, blogs e redes sociais com o intuito de divulgar fatos e acontecimento que movimentam a cidade. Pode-se citar o site Deriks, Amigos de Dores do Indaiá, além é claro dos sites da prefeitura e câmara municipal de Dores do Indaiá.

Texto de Leonardo Mendonça, do Folha do Indaiá.

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